Tema: Economia

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O desafio do ajuste fiscal

No dia 7 de julho o governo enviou ao Congresso um documento definindo a meta fiscal para 2017. Determinou-se que o setor público deverá ter um déficit primário equivalente a 2,09% do PIB. No mesmo documento se projeta que ao fim de 2019 a dívida pública deverá atingir o patamar de 78,7% do PIB. Vale lembrar que no final de 2013 esse indicador foi igual a 53,8%.

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Equilíbrio fiscal: o papel do Congresso Nacional

O Brasil presentemente enfrenta uma das mais fortes recessões, senão a maior, da sua história. Essa crise foi causada pelas políticas econômicas que foram implantadas no final do governo Lula e magnificadas durante a gestão de Dilma Rousseff. Dentre os diversos equívocos daquelas políticas, destaca-se um legado de desarranjo nas contas públicas que colocou em xeque a solvência do estado brasileiro.

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Dilma, a destruidora

Provavelmente o Senado decidirá até o final deste mês se a Sra. Dilma Rousseff será ou não definitivamente afastada da Presidência da República. É essencial que ela não retorne ao posto. Dentre outros motivos para tanto, ela é comprovadamente incapaz de exercer de forma minimamente eficaz qualquer função gerencial. De fato, conforme será estabelecido neste breve texto, ao longo da sua vida a Sra. Dilma Rousseff construiu um incontestável histórico de incompetência.

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Nunca antes na história deste país o PIB caiu tanto

Em dezembro de 2012 a então presidente Dilma Rousseff declarou que gostaria que o Brasil tivesse em 2013 um "PIBão grandão". Esse desejo era tão forte que ela tentou a todo custo gerar o tal 'PIBão'. Contudo, a contabilidade criativa, as pedaladas, os decretos ilegais, os incentivos fiscais e as demais artimanhas não surtiram o efeito esperado. Muito pelo contrário. O principal resultado desses truques foi gerar uma forte crise econômica.

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Venezuela: qual será a dimensão final da tragédia?

Em fevereiro de 1999 o Sr. Hugo Chávez tomou posse na presidência da Venezuela. Eleito pelo voto popular em dezembro do ano anterior, ele imediatamente se pôs a transformar aquela que era uma das mais estáveis democracias da América Latina em uma ditadura socialista. Inicialmente, as mudanças ocorreram de forma relativamente dissimulada; apenas em janeiro de 2005 o tirano passou a declarar abertamente que o país estava a implantar o 'socialismo do século XXI'. Nicolás Maduro, que sucedeu Chávez em março de 2013, manteve as práticas e políticas do seu falecido antecessor.