Rio de Janeiro, . | Economia, Política


Reformas econômicas já!

Com a condenação de Dilma Rousseff pelo Senado, encerrou-se a interinidade da administração Temer. Desta forma, o governo passou a ter uma maior capacidade política de implantar as suas propostas. Isso tem como contrapartida uma maior urgência em colocar em andamento a sua agenda de reformas econômicas.

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Sim, o STF está obrigado a analisar o fatiamento

A controversa decisão do Senado de cassar o mandato de Dilma Rousseff sem a inabilitar para o exercício de cargos públicos suscitou o debate se tal veredito seria passível de revisão pelo STF. Argumenta-se neste texto que aquela corte está obrigada a analisar a questão.

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O desafio do ajuste fiscal: considerações adicionais, parte 1

Conforme discutido no artigo O desafio do ajuste fiscal, o Brasil precisa implementar um forte ajuste fiscal para que a relação entre a dívida pública e o PIB se estabilize. Argumentou-se naquele ensaio que uma estimativa otimista sugere que o ajuste fiscal em questão deve ser igual 4,42% do PIB. Apresentam-se neste breve texto algumas considerações adicionais sobre essa questão.

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O desafio do ajuste fiscal

No dia 7 de julho o governo enviou ao Congresso um documento definindo a meta fiscal para 2017. Determinou-se que o setor público deverá ter um déficit primário equivalente a 2,09% do PIB. No mesmo documento se projeta que ao fim de 2019 a dívida pública deverá atingir o patamar de 78,7% do PIB. Vale lembrar que no final de 2013 esse indicador foi igual a 53,8%.

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